terça-feira, 8 de março de 2011

Faz-me Falta

Autor: Inês Pedrosa
Editora: ALFAGUARA BRASIL
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA - ROMANCES
Livro em português
Brochura
1ª Edição - 2010
Páginas : 224 pág.




Sinopse:
Neste livro, a autora compõe uma narrativa com duas vozes distintas - um homem e uma mulher - que se entrecruzam em monólogos e, gradualmente, apresentam sua intensa relação, num estado indefinível entre paixão e amizade. Mas esses são personagens que dialogam num contato partido, insólito. Pois a mulher, cuja voz inicia esse romance, morreu ainda jovem. É ela, no entanto, quem ampara seu companheiro da perda e da solidão. Entre as lembranças de encontros e desencontros, caberá a ambos dizer o que nunca puderam pronunciar em vida, e curar antigas cicatrizes do passado. 

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Estações





Título: Estações
Autor: Gabriel Chalita
Editora: Globo
Genero: Auto Ajuda
Páginas: 82


Estações, de Gabriel Chalita, é um pequeno livro de poemas marcado por uma grande simplicidade de dicção, posta a serviço dos maiores temas da literatura: o tempo, o amor, o destino, a esperança, a desesperança, o desejado, o imprevisto, os encontros, os desencontros, os reencontros, recapturados em recortes verbais cuja espontaneidade e cuja sensibilidade os tornam novos de novo.
A eles se soma o belo trabalho gráfico da ilustradora Elma, com desenhos em lápis em apenas três cores, o branco, o preto e o ocre, em uma elegância contida que ganha vida e vigor num jogo de alternâncias, em que ora uma cor ocupa o fundo e a outra a figura, em traços sutis porém proporcionalmente expressivos.
Oscilando do verso mais tradicional, rimado, à prosa poética, e de poemas curtos como haicais a quase contos, os textos são unificados por uma dicção, uma voz, que fala intimamente ao leitor de circunstâncias, ao mesmo tempo, particulares e universais, práticas e existenciais, como se ele fosse o seu real destinatário, ou como se o que há de comum à vida toda fosse assim flagrado em fragmentos poéticos feitos para transcender suas pequenas dimensões: “Eram apenas palavras soltas, descoordenadas, insubordinadas e assindéticas, mas que, pronunciadas com elegância, compuseram um recital coeso, coordenado, cooptado, sinfônico”.
Estações vem assim se somar à crescente obra de um autor capaz de frequentar os mais variados gêneros e os mais relevantes temas, das questões mais candentes da atualidade ao diálogo filosófico, tendo como fator comum a lucidez unida à sensibilidade, marcantes em seus novos poemas.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O Vendedor de Passados



Autor:   JOSE EDUARDO AGUALUSA
Editora: GRYPHUS
Livro em português
Brochura
7ª Edição - 2004
Páginas : 208






Sinopse


'O vendedor de passados' é a história de um albino que mora em Luanda, Angola, e faz árvores genealógicas em troco de dinheiro. Estranho ofício, estranho o personagem principal - o vendedor de passados falsos, Félix Ventura - e mais estranho ainda o narrador - uma osga, um tipo de lagartixa. É ela que vai contar como o albino Félix fabrica uma genealogia de luxo para seus clientes - prósperos empresários, políticos e generais da emergente burguesia angolana que têm futuro assegurado, mas falta-lhes um bom passado. A vida de Félix anda muito bem, até receber a visita de um estrangeiro à procura de uma identidade angolana. E, então, numa vertigem, o passado irrompe pelo presente e o impossível começa a acontecer. Esta sátira à atual sociedade angolana é uma reflexão sobre a construção da memória e seus equívocos. 

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O Verso e a Cena

Lançamento do livro  "O Verso e a Cena" esta semana nas livrarias.


Autor:  Fabio de Melo
Editora: GLOBO
Livro em português
Encadernado
1ª Edição - 2010 
Páginas : 136



Sinopse:
"O verso e a cena", do padre Fábio de Melo, é o registro fotográfico de viagens pelo Brasil e o mundo. Mas pretende se revelar o registro de uma visão da vida, ao aliar as suas imagens aos versos curtos que as comentam. 

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O outro Pé da Sereia





Título : O outro pé da sereia
Autor: Mia Couto
Editora: Companhia das Letras
Origem: Literatura Estrangeira
Ano: 2006
Edição: 1

Acabamento: Brochura
Formato: Médio
Número de páginas: 336

Sinopse

Este romance do moçambicano Mia Couto faz um retrato poético, alegórico e também crítico da Moçambique contemporânea. A imagem de uma santa católica que encanta e perturba todos os que dela se aproximam é o centro de uma trama dividida em dois momentos históricos, ligados por questões étnicas, religiosas e de destino familiar. 

Conhecendo um pouco mais! Mia Couto

Filho de portugueses que emigraram a Moçambique nos meados do século XX, Mia nasceu e foi escolarizado na Beira. Com catorze anos de idade, teve alguns poemas publicados no jornal Notícias da Beira e três anos depois, em 1971, mudou-se para a cidade capital de Lourenço Marques (agora Maputo). Iniciou os estudos universitários em medicina, mas abandonou esta área no princípio do terceiro ano, passando a exercer a profissão de jornalista depois do 25 de Abril de 1974. Trabalhou na Tribuna até à destruição das suas instalações em Setembro de 1975, por colonos que se opunham à independência. Foi nomeado diretor da Agência de Informação de Moçambique (AIM) e formou ligações de correspondentes entre as províncias moçambicanas durante o tempo da guerra de libertação. A seguir trabalhou como diretor da revista Tempo até 1981 e continuou a carreira no jornal Notícias até 1985. Em 1983 publicou o seu primeiro livro de poesia, Raiz de Orvalho, que inclui poemas contra a propaganda marxista militante[1]. Dois anos depois demitiu-se da posição de diretor para continuar os estudos universitários na área de biologia.
Além de ser considerado um dos escritores mais importantes de Moçambique, é o escritor moçambicano mais traduzido. Em muitas das suas obras, Mia Couto tenta recriar a língua portuguesa com uma influência moçambicana, utilizando o léxico de várias regiões do país e produzindo um novo modelo de narrativa africana. Terra Sonâmbula, o seu primeiro romance, publicado em 1992, ganhou o Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos em 1995 e foi considerado um dos doze melhores livros africanos do século XX por um júri criado pela Feira do Livro do Zimbabué. Em 2007, foi entrevistado pela revista Isto É[2]. Foi fundador de uma empresa de estudos ambientais da qual é colaborador [3].

Bibliografia

Muitos dos livros de Mia Couto são publicados em mais de 22 países e traduzidos em alemão, francês, espanhol, catalão, inglês e italiano.


Poesia

Estreou-se no prelo com um livro de [poesia], Raiz de Orvalho, publicado em 1983. Mas já antes tinha sido antologiado por outro dos grandes poetas moçambicanos, Orlando Mendes (outro biólogo), em 1980, numa edição do Instituto Nacional do Livro e do Disco, resultante duma palestra na Organização Nacional dos Jornalistas (actual Sindicato), intitulada "Sobre Literatura Moçambicana".
Em 1999, a Editorial Caminho (que publica as obras de Couto em Portugal) relançou Raiz de Orvalho e outros poemas que teve sua 3ª edição em 2001.


Contos

Nos meados dos anos 80, Couto estreou-se nos contos e numa nova maneira de falar - ou "falinventar" - português, que continua a ser o seu "ex-libris". Nesta categoria de contos publicou:
  • Vozes Anoitecidas (1ª ed. da Associação dos Escritores Moçambicanos, em 1986; 1ª ed. Caminho, em 1987; 8ª ed. em 2006; Grande Prémio da Ficção Narrativa em 1990, ex aequo)
  • Cada Homem é uma Raça (1ª ed. da Caminho em 1990; 9ª ed., 2005)
  • Estórias Abensonhadas (1ª ed. da Caminho, em 1994; 7ª ed. em 2003)
  • Contos do Nascer da Terra (1ª ed. da Caminho, em 1997; 5ª ed. em 2002)
  • Na Berma de Nenhuma Estrada (1ª ed. da Caminho em 1999; 3ª ed. em 2003)
  • O Fio das Missangas (1ª ed. da Caminho em 2003; 4ª ed. em 2004)


Crônicas

Para além disso, publicou em livros algumas das suas crónicas, que continuam a ser coluna num dos semanários publicados em Maputo, capital de Moçambique:
  • Cronicando (1ª ed. em 1988; 1ª ed. da Caminho em 1991; 7ª ed. em 2003; Prémio Nacional de Jornalismo Areosa Pena, em 1989)
  • O País do Queixa Andar (2003)
  • Pensatempos. Textos de Opinião (1ª e 2ª ed. da Caminho em 2005)
  • E se Obama fosse Africano? e Outras Interinvenções (1ª ed. da Caminho em 2009)


Romances

E, naturalmente, não deixou de lado o género romance, tendo publicado:
  • Terra Sonâmbula (1ª ed. da Caminho em 1992; 8ª ed. em 2004; Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos em 1995; considerado por um juri na Feira Internacional do Zimbabwe um dos doze melhores livrosafricanos do século XX)
  • A Varanda do Frangipani (1ª ed. da Caminho em 1996; 7ª ed. em 2003)
  • Mar Me Quer (1ª ed. Parque EXPO/NJIRA em 1998, como contribuição para o pavilhão de Moçambique na Exposição Mundial EXPO '98 em Lisboa; 1ª ed. da Caminho em 2000; 8ª ed. em 2004)
  • Vinte e Zinco (1ª ed. da Caminho em 1999; 2ª ed. em 2004)
  • O Último Voo do Flamingo (1ª ed. da Caminho em 2000; 4ª ed. em 2004; Prémio Mário António de Ficção em 2001)
  • O Gato e o Escuro, com ilustrações de Danuta Wojciechowska (1ª ed. da Caminho em 2001; 2ª ed. em 2003)
  • Um Rio Chamado Tempo, uma Casa Chamada Terra (1ª ed. da Caminho em 2002; 3ª ed. em 2004; rodado em filme pelo português José Carlos Oliveira)
  • A Chuva Pasmada, com ilustrações de Danuta Wojciechowska (1ª ed. da Njira em 2004)
  • O Outro Pé da Sereia (1ª ed. da Caminho em 2006)
  • O beijo da palavrinha, com ilustrações de Malangatana (1ª ed. da Língua Geral em 2006)
  • Venenos de Deus, Remédios do Diabo (2008)
  • Antes de nascer o mundo (2009)


Prêmios


Academia Brasileira de Letras

É sócio correspondente, eleito em 1998, da Academia Brasileira de Letras, sendo sexto ocupante da cadeira 5, que tem por patrono Dom Francisco de Sousa.

Referências

  1. ↑ Chabal, Patrick. ‘’Vozes Moçambicanas’’. Vega: Lisboa, 1994. (274-291)
  2. ↑ Furtado, Jonas. "Entrevista a Mia Couto", Revista Isto É, Editora Três, 2007-09-26. Página visitada em 2009-12-01.
  3. ↑ Mia Couto Biografia



Fonte : Wikipédia

sábado, 23 de outubro de 2010

Oscar e a Senhora Rosa

Título : Oscar e a Senhora Rosa
Autor: ERIC-EMMANUEL SCHMITT
Editora: Nova Fronteira
Origem: Nacional
Ano: 2003
Edição: 1
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
Número de páginas: 112


SINOPSE


Oscar, um garoto de 10 anos, paciente terminal de um hospital, encontra a Senhora Rosa, uma senhora que visita crianças enfermas. Incentivado por ela, Oscar começa escrever cartas a Deus, nas quais descreve seus 12 últimos dias de vida. Dotada de imenso poder imaginativo, Rosa faz Oscar acreditar que, em apenas 12 dias, é capaz de viver as emoções de uma vida inteira.